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Depoimentos

"O curso SOPEC / Rio Branco foi fundamental para minha aprovação. Como sou engenheiro de formação e afastado há muito das matérias humanas, apenas professores extremamente capacitados e dedicados conseguiriam selecionar os aspectos mais importantes da extensa bibliografia e transmitir o conteúdo em apenas um ano. E foi exatamente isso que encontrei no curso. Além do mais, acho fundamental ressaltar outro aspecto que apenas o SOPEC oferece: contato aprofundado com cultura, seja por meio das aulas de Cultura Geral, seja por meio dos diversos eventos realizados, como os saraus. Ainda que não seja mais exigida nas provas de admissão, erudição é fundamental para a carreira de um diplomata!"

Secretário Rodrigo Soares


" O curso Sopec / Rio Branco foi uma janela de oportunidades para a consecução de um desejo cultivado há anos. A importância do curso reside não apenas na qualidade indiscutível dos professores, mas também na motivação e na proposta de integração dos candidatos pelo coordenador do curso, Toze. Gostaria de agradecer à competência de professores como Alison Francis, Regina Araújo, Felipe Loureiro, Cláudia Simionato e Paulo Sandroni e à confiança em mim depositada por Antônio Carlos Toze. "

Secretário Gerson Cruz Gimenes


" O Curso Sopec/Rio Branco foi fundamental para que eu tivesse um primeiro contato com as matérias do concurso e conhecesse pessoas com os mesmos interesses profissionais. Entre elas, estão alguns colegas atuais do Itamaraty.
Com relação às disciplinas, destaco as de Cultura Geral, com o professor Toze, exclusividade do Curso Sopec, em que obtive conhecimentos importantes para o exercício da diplomacia e as aulas de Inglês, com a renomada professora Alison Francis."

Secretário Caio Flávio de Noronha



"
A preparação para o Concurso de Admissão à Carreira Diplomática (CACD) no Curso Sopec / Rio Branco foi de grande importância para a minha aprovação. Não só porque o curso disponibiliza bons professores, mas também porque durante o ano todo estive em contato com colegas e amigos que buscam o mesmo sonho: tornar-se diplomata. A convivência nesse ambiente é fundamental para os candidatos porque cada aluno interessado compartilha perguntas e conhecimentos necessários ao bom resultado final no exame.
Além disso, excelentes professores, como a Cláudia Simionato, de Português, a Alison Francis, de Inglês, e a Regina Araújo, de Geografia, demonstram intenso conhecimento sobre as matérias exigidas nas provas. Os demais professores também demonstram profundo conhecimento sobre as suas matérias. Estão todos de parabéns! Aos novos alunos do Curso Sopec / Rio Branco, devo dizer que o segredo do sucesso é a disciplina nos estudos e a capacidade de não desistir no primeiro fracasso: a dedicação e a perseverança trarão o sucesso."

Secretário Bruno Rodrigues


"Prezados futuros diplomatas do Curso Sopec / Rio Branco,

Atendendo à solicitação do professor Toze, escrevo-lhes um depoimento sobre a minha experiência de estudo antes de passar no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD). Enquanto estava me preparando para esta tão difícil e, por que não dizê-lo, imprevisível prova, saber o que candidatos aprovados fizeram antes de passar foi. Por isso, espero que este depoimento possa ajudar àqueles que estão na situação em que estive há menos de seis meses atrás.

Em primeiro lugar, gostaria de ressaltar que o concurso é modelado de forma a buscar eliminar candidatos que possam entrar apenas por terem sorte. Acreditem, é impossível que alguém possa passar pelas três fases do concurso sem ter o conhecimento necessário para tal. Por isso, a primeira e mais básica dica que posso dar-lhes é que ninguém passa sem estudar. Não acreditem em coisas do tipo “eu resolvi estudar quando saiu o edital e passei”. São apenas histórias contadas por pessoas com tendência a auto-exaltação e repetidas por candidatos que visam abalar psicologicamente seus concorrentes. E, muitas vezes, conseguem.

Em segundo lugar, saibam que não é porque ninguém passa só com sorte que esta é dispensável. Em todas as fases do concurso, a amplitude da matéria a ser estudada faz com que sempre possa haver assuntos que você sabe mais do que outros e, se essas partes forem cobradas nas provas, você terá uma vantagem sobre seus concorrentes. È preciso, contudo, “ajudar” a sua sorte. Quanto mais assuntos você dominar, maior a chance de algo que você sabe ser pedido na sua prova. Esta é uma das principais razões para se fazer um curso preparatório, como o Curso Rio Branco / Sopec. Professores com experiência na preparação de alunos para este concurso em especial são de grande valia para ajudar o candidato a se preparar para os assuntos que são mais comumente cobrados e a usar melhor o seu tempo de estudo. Cito, particularmente, as aulas de Geografia da Professora Regina, que foram essenciais para que eu pudesse fazer uma boa terceira fase.

Em terceiro e último lugar, quero alertá-los que, apesar de tudo o que foi dito na imprensa e por muitos candidatos e diplomatas depois de 2005, ter domínio de idiomas, especialmente inglês e português, continua a ser essencial para passar. Não acreditem em relatos muito repetidos do tipo “Fulano era analfabeto em inglês e passou”. As provas de inglês e português são, de longe, as mais difíceis de todo o concurso. Conheço pessoas formadas em Letras e com grande domínio de idiomas estrangeiros que tiraram notas baixas nessas provas. Quando dizem que candidatos conseguem ser aprovados com notas baixas em inglês porque a prova não é mais eliminatória, esconde-se o fato de que é preciso estar bem preparado mesmo para tirar uma nota baixa. Aqui também o Curso Rio Branco/Sopec me foi essencial para a preparação. As orientações da profa. Alison para a redação de inglês e da profa. Cláudia e do prof. Felipe para as de português (redação) foram fundamentais para a minha aprovação. Novamente, experiência conta muito e ter a ajuda de professores que preparam candidatos para o CACD há anos é um grande passo dado na direção certa.

Por fim, desejo-lhes boa sorte na próxima prova. O concurso é difícil, mas não é impossível. Com estudo e determinação é possível tornar-se um diplomata. Além disso, não se esqueçam de que o Ministério das Relações Exteriores precisa de novos diplomatas tanto quanto vocês querem se tornar um. Na opinião dos 76 homens aprovados no último concurso, precisa principalmente de mais mulheres. Mas isto já é assunto para uma outra conversa..."

Secretário Rodrigo Oliveira Govedise

"Não tenho dúvida em afirmar que as aulas do curso Rio Branco foram imprescindíveis para abranger a vasta bibliografia do concurso para o Instituto Rio Branco. Os excelentes professores, solícitos dentro e fora das salas de aula, assim como as interessantes palestras com especialistas em relações internacionais serviram de incentivo para o necessário aprofundamento dos estudos. Não poderia também deixar de mencionar as preciosas aulas de Cultura Geral do professor Antonio Carlos Toze e as inesquecíveis récitas literárias que sempre ficarão em minha memória."

Secretário Roberto Aldo Salone

"Quanto à preparação para o Rio Branco, penso que fazer um curso preparatório, como o Rio Branco/Sopec, é realmente de grande importância, e por diversos motivos.
Primeiro, porque você tem o contato direto com as pessoas que também estão se preparando para essa longa jornada, e isso servirá de medida para que o candidato possa se auto-avaliar criticamente. Como o concurso para a carreira diplomática não é um certame trivial, conhecer o nível de seus colegas é fundamental para que você veja seus pontos fortes e fracos, mas, principalmente, porque você acaba fazendo contatos e amizades e isso se leva para Brasília e para a vida. Uma coisa que gostei muito quando fiz meu curso foi a existência dos Saraus do prof. Toze, pois havia um ambiente muito agradável para se conhecer as pessoas, já antevendo um pouco do ambiente cultural que cerca a vida de um diplomata. As aulas de Inglês com a profa. Alison, as de Cultura Geral com o prof. Toze, além das de Redação com o Diplomata Chadid foram, para mim, as melhores. Creio eu que isso é opinião geral dos ex-alunos.
Essas são matérias que necessitam uma atenção maior por parte do candidato, visto que exigem um conhecimento mais consolidado, o que se convenciona chamar por “bagagem cultural”. Ninguém aprende do dia para a noite como escrever bem, como ter o nível de proficiência exigido pelo IRBr ou como ter uma visão mais abrangente de cultura geral, mas essas aulas dão ao candidato os caminhos que ele deverá trilhar para atingir os objetivos almejados.
Não saberia dizer quanto tempo de cursinho é necessário para cada pessoa. Isso depende fundamentalmente do histórico de cada um. Há aqueles que fazem apenas um intensivo e já terá sido o bastante, há aqueles, como eu, que fizeram um ano de extensivo, há outros, ainda, que talvez precisem de um tempo um pouco maior para chegar a um nível adequado de preparação.
Como não deixei de trabalhar, como é de conhecimento de todos, a atividade de advogado de empresas não é exatamente “a piece of cake”, preferi dedicar-me ao estudo solitário para a segunda e terceira fases, utilizando-me, quando necessário, de professores particulares (a maioria deles do próprio cursinho). Isso foi de grande valia para mim.
O importante, de qualquer modo, é manter a perseverança. Esse concurso exige não apenas disciplina, dedicação e muito estudo, como também certa dose de sorte e persistência. Ao final, aqueles que assim se mantiverem, certamente, hão de colher os bons frutos do esforço empenhado."

Secretário Thiago Couto Carneiro



"O Curso Rio Branco/Sopec ajuda o candidato a sistematizar a matéria do concurso, que é muito ampla, e a conhecer outras pessoas com o mesmo objetivo"

Secretário Luis Fernando Cardoso de Almeida

 

"O Curso Rio Branco/Sopec foi fundamental para que eu fosse aprovado. Os
professores são excelentes. As aulas de Cultura Geral e de Redação foram
fundamentais. Todas as dicas sobre redação serviram para o meu sucesso. Além
disso, o Curso Rio Branco foi um lugar muito especial, que serviu para fazer
novas amizades. Todas as quartas-feiras, tínhamos um grupo de amigos que se
reunia em bares diferentes da cidade, com interesses comuns. Houve ainda os
saraus musicais. Muito aprendi com tais amigos do cursinho. Também devo
agradecer a todas as dicas do professor Toze, que já tem mais de cem alunos
aprovados no Itamaraty. Cultura faz parte de toda a carreira, é uma
pena muitos cursinhos não a estarem valorizando suficientemente."

Secretário Marcos Mauricio Toba


"Na preparação para um concurso tão difícil como é o do Itamaraty, a convivência com aqueles que têm os mesmos objetivos só vem a somar. No Curso Rio Branco, além de colegas, fiz amigos, o que certamente tornou mais prazeroso o estudo e contribuiu para superar os obstáculos da prova."

Secretário Felipe Carlos Antunes

 

 

 

 

 

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